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Escolha de um Filhote
Tracejado

Ao decidir adquirir um filhote, seja por qual motivo for (necessidade pessoal, dos filhos, para companhia ou para preencher um vazio), é importante pensar no bem estar e na felicidade do animal, além da alegria do proprietário, claro. A boa escolha de um exemplar é essencial para que a parceria dono/animal, que deverá ser longa, traga sempre bons frutos e muitas felicidades para ambos os lados.
Antes de eleger uma raça é preciso se informar ao máximo sobre ela. Nesse ponto, a conversa com amigos que têm cães e, principalmente, com criadores é essencial. Tentar criar um paralelo entre necessidades, vantagens e desvantagens de cada raça facilita bastante na hora de escolher qual perfil se adapta melhor aos anseios e necessidades do futuro proprietário.
Vale lembrar que um cão vive entre 12 e 14 anos e que, durante todo esse período, demandará tempo, responsabilidades e despesas. Da mesma forma, criar um cachorro requer cuidados específicos, disponibilidade, aceitação e paciência. Portanto, é preciso que não só o dono, mas todos os moradores da casa estejam afinados e dispostos a selar o compromisso.
Depois de escolhida a raça, é importante fazer uma visita ao canil e interagir com os filhotes para observar comportamento, pêlo, pele, orelhas, boca, dentes. Cheirar orelhas e boca (para ver se não têm odores desagradáveis) e vistorias se os olhos estão limpos e o nariz sem coriza, são passos fundamentais na escolha de um cão saudável.
Lembre-se que os machos são mais enérgicos, independentes, maiores e que levantam a perna para marcar território. Já as fêmeas são mais dóceis, dependentes, menores e têm cio a cada seis meses. Tudo deve ser analisado.
Ao chegar em casa com seu novo filhote, o dono deve lembrar que o cãozinho estará entrando em um mundo novo, com novo espaço físico, novos odores, novos sons. Como todo "novato" se sentirá inseguro e curioso. Nesse momento a presença da liderança é fundamental. É aqui que o proprietário deve estabelecer os limites e dar a atenção necessária ao animal. Deixá-lo sozinho por longos períodos o levará a roer e destruir diversos objetos, apenas para chamar atenção do dono.
A comunicação entre o dono e o cão tem que ser clara, direta e objetiva, para que fique bem claro, desde sempre, quem é o líder, quem determina os limites e quem impõe a autoridade do local. Atitudes como essas devem ser levadas a sério tanto pelo proprietário quanto pelos seus familiares. As proibições devem ser bem definidas e as infrações coibidas por todos.
Não é bom dar ao cão objetos pessoais, mesmo que velhos, para brincar, já que ele pode confundir e um dia pegar um novo, que não seja dele. Os filhotes devem ter brinquedos específicos e de fácil identificação. Dessa forma, eles sempre saberão que só podem morder a bolinha, o osso de plástico, etc.
Durante a fase de aprendizagem do filhote, é extremamente importante que o espaço físico de sua convivência seja limitado. Isso evita que ele se acostume a roer pés de mesas e sofás, rasgue roupas ou mesmo faça suas necessidades em locais impróprios. Após esse primeiro momento ele estará apto a conviver com todos os espaços.
Também é importante deixar claro que o dono é inteiramente responsável pela boa ou má educação de seu cão, assim como por sua agressividade ou bom comportamento. Depende do que o proprietário estabelecer para ele. Quem nunca ouviu falar que o cão é o espelho de seu dono? Portanto quanto mais calmo e equilibrado o dono for, seu cachorro também o será.
Canil Lagoa Esmeralda
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